espiral: da sensibilidade, conhecimento, liberdade

aprender com a cidade, aprender na cidade AÇÕES, INTERFACES

ações, desdobramentos, interfaces PDF Imprimir E-mail
Espiral - Apresentação
Escrito por Euler Sandeville Jr.   
Sáb, 27 de Fevereiro de 2010 22:20

As experimentações permitem questionar pressupostos e aprofundar perspectivas, aprender em ação interagindo em circunstâncias diversas, estabelecer fluxos entre os limites institucionais e a experiência sensível e cognitiva que os transcendem em seu estímulo e desafio mútuo. Conduzem a pensar criticamente possibilidades e alternativas diversas de organização e atuação na produção do conhecimento e seu acesso, no desenvolvimento sensível, na ação cultural e solidária, em processos de ensino e aprendizagem, formação e participação, na busca e uso de recursos, nos processos de transformação do ambiente comum, entre outras visões que sua vivência e sua razão próprias abrem.

Além de ações decorrentes direta ou indiretamente da proposição da Espiral, são relacionadas também interfaces com outras ações, institucionais ou independentes, com os quais interagi em decorrência da formulação da proposta da Espiral. Estas, embora constituam iniciativas autônomas a esta proposição e com um histórico próprio, buscam no âmbito da ação coletiva princípios que se reforçam ou podem vir a se reforçar mutuamente, ou o fizeram em algum momento.

  • oficinas de percepção e criação
  • oficinas de formação
  • disciplinas de graduação e pós-graduação, cursos extensão
  • poéticas da paisagem e da intimidade (ateliê de criação)
  • pesquisa em história da paisagem e arte
  • pesquisa em processos colaborativos de criação e gestão
  • orientação à pesquisa
  • gestão e projeto do espaço público
  • intervenções urbanas
  • processos de aprendizagem coletiva

 

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Última atualização em Qua, 24 de Março de 2010 17:08
 

espiral

"Nem podemos confiar nossos interesses a uma elite de homens preparados, pedindo a eles que investiguem, descubram e criem o ambiente destinado a nos hospedar, para depois nos admirarmos perante a obra pronta, apreendendo-a como coisa acabada. Isso cabe a nós mesmos; a cada um de nós cabe empenhar-se no controle e na proteção da orientação justa da paisagem terrestre, cada um com seu espírito e suas mãos, na parte que lhe cabe, para evitar que deixemos a nossos filhos um tesouro menor do que aquele que nos foi deixado por nossos pais” (Willian Morris, 1881)

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